“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).

Adivinha quanto eu gosto de ti

6 comentários

Este é um dos livros da Biblioteca que tem feito mais visitas cá a casa, nos últimos tempos.

É um clássico muito explorado no ensino pré-escolar.

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A ilustração terna e harmoniosa é de Anita Jeram e o texto é de Sam McBratney.

A Beatriz tem dois anos e meio e, com esta idade, não sei até que ponto ela consegue reflectir e verbalizar afectos.

Este livro ajuda a falar sobre o amor e sobre as várias camadas do nosso coração.

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E, apesar de só apetecer dar beijinhos durante a leitura, a maior parte das vezes modero-me e conseguimos fazer uma leitura muito divertida: imitamos a lebre mamã e a lebre bebé nos gestos que pretendem medir o tamanho do amor que sentem uma pela outra.

Até que chega a hora das duas mamãs darem muitos beijinhos às suas crias…

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A versão animada do livro existe no filme:

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Autor: Frasco de Memórias

https://frascodememorias.wordpress.com

6 thoughts on “Adivinha quanto eu gosto de ti

  1. Ana,
    Acho engraçada, essa tua sincera ternura ……e olha,fazes-me lembrar (pelo contrário ) , um ministro (actual) que esteve comigo num resort do Brasil.
    Na altura, ainda não era ministro,mas já tinha um “ar “….assim muito importante.
    NÃO LIGOU NADA aos filhos….bábá de dia e bábá de noite…todos os dias (2 semanas).
    Olha que é mesmo verdade.
    Entretanto tornou-se ministro e foi entrevistado pela “Visão “.
    Por residir em Lisboa, deslocado da sua família , respondeu :
    A minha maior dificuldade, tem sido não poder viver o dia a dia com os meus filhos….o meu pensamento diário é “ver” chegar a 6ª feira ,e chegar a tempo de poder contar uma história aos meus filhos,antes deles adormecerem.
    Acredita !
    É verdade !!!!!

    Beijinho

    José

  2. Olá, José!
    Há situações que eu não consigo compreender. O amor pelos filhos liga-me directamente às origens da humanidade: é completamente instintivo e desmedido. Provavelmente há pessoas que nasceram humanas por engano… mas depois têm de ficar bem na fotografia e dizer umas ternuras nas entrevistas. É arrepiante saber que estamos a ser governados por essa massa…
    Nota positiva para o fim-de-semana: a maior parte das pessoas apaixona-se imediatamente pelos seus filhos 🙂
    Bom fim-de-semana!
    Um beijo,
    Ana

  3. Também é um dos livros mais manuseados da secção preferida lá em casa (a dos livros ilustrados, supostamente infantis mas que prendem os adultos) e até acho que uma das coisas que mais me emociona no texto é o facto de em sítio nenhum dizer que são mamã ou papá e filho(a), são apenas a lebre grande e a lebre pequena… cheias de amor e ternura generosa uma pela outra!

    Reparei nesse detalhe quando hesitei em oferecer o livro a um menino que, não sendo meu irmão biológico, está a ser educado pelos meus pais (têm a guarda legal) mas depois percebi como era perfeito. Aquela criança encontrou ali em casa todo o amor do mundo! 🙂

    • Realmente não tinha pensado nisso, mas é verdade. Essa perspectiva ainda torna o livro mais interessante.
      Parabéns aos pais, Raquel; mais do que um coração é preciso ter uma alma muito grande… E nenhuma criança devia crescer sem um grande amor, independentemente deste vir da mamã lebre ou da lebre grande. Ana

  4. A minha caçula tem este em alemão! Adora! Beijos

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