“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).

Presentes

20 comentários

Quando a nossa loja do Facebook fez um mês, lançámos uma iniciativa que nos permitiu conhecer melhor a nossa pequena comunidade (620 682 Likes): oferecemos um Frasco de Memórias a quem partilhou connosco a mais doce memória de infância.

Erro meu: não divulguei a iniciativa no blog.

Houve quem, com razão, tivesse manifestado o seu desagrado.

Ora eu não gosto que ninguém fique aborrecido comigo!

Solução: lançar uma partilha idêntica no blog.

Que bom!

Só precisava mesmo desta desculpa…

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O que é preciso fazer para receber um Frasco de Memórias à escolha?

1- Partilhar, nos comentários, uma memória de infância muito doce.

2- Tornar-se seguidor do blog (quem ainda não é, claro!)

Gostava muito de receber um apontamento da infância de quem me lê: um presente para mim!

A selecção da memória será feita por sorteio, com papelinhos, à moda antiga, se confiarem em mim 😉

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Autor: Frasco de Memórias

https://frascodememorias.wordpress.com

20 thoughts on “Presentes

  1. Que passatempo tão doce! 🙂 Vou participar! Tenho muitas memórias doces da infância! Bolinhos de aniversário feitos pela avó M.A., com côco e bolinhas prateadas, a sua marmelada, o seu arroz doce… O salame de chocolate da minha mãe, o doce de morango e muitas, muitas outras coisas doces! 🙂 Beijinhos e obrigada pela oportunidade

  2. Obrigada, Joana! A minha primeira participante 🙂

  3. Não podia deixar de participar, já que a minha infância foi mesmo muito feliz e carregada de momentos doces, que podia partilhar sem fim…

    Mas acho que a mais adequada aqui será esta: quando era miúda, os meus pais compravam farinha “inteira” na fábrica. Eu adorava ajudar a minha mãe a peneirar, divertia-me tanto! Porque depois o “rolão” = farelo era todo aproveitado para fazer bolinhos de rolão, que eu adorava em criança. Ainda hoje me lembro do sabor dos bolos de rolão e mesmo tendo comprado um pacote de farelo para fazer, lamentavelmente não me lembro da receita para os fazer e a minha mãe não a escreveu em lado nenhum (apesar de ter imensas receitas dela escrevinhadas em agendas e pequenos cadernos…)

  4. Ana,
    Lá terei de participar !
    Toda a minha infância foi muito boa,tive muita sorte.
    Com muitos momentos doces, mas talvez destaque as festas de Natal…com tudo a participar !
    Fazer as filhós, foi sempre uma grande festa para nós todos,tudo a colaborar , pequeninos a amassar ( tudo sujo de massa ) , deixar levedar , fritar (cheiro a fritos …) e finalmente apreciar com mel .
    Assim como ir apanhar musgo e fazer o presépio e a árvore de Natal.
    Ter de esperar pelas prendas….no sapatinho – manhã de 25 (ninguém dormia nada )
    Muito diferente dos nossos dias.
    Recordações muito boas.

    Beijo

    José

    • José,

      nem eu iria perdoar-te se não participasses 🙂
      Até senti o cheiro das filhós, nos vários momentos de preparação até ao final.
      Com mel? Nós comíamos com açúcar amarelo.

      Obrigada pela partilha tão perfumada.
      E o cheiro do musgo? Cheira a verde.

      Beijo,

      Ana

  5. Ana,

    Deixo a receita,

    Filhós ( meus avós – Beira Baixa )

    2 Kg farinha
    Fermento padeiro -50 gramas
    1/4 litro de azeite
    1 cálice de aguardente
    3 laranjas grandes (sumo )
    18 ovos

    1º Farinha a que se junta o azeite a ferver.
    Dissolve-se o fermento com umas “areias de sal “e um pouco de água quente.
    Depois, mistura-se muito bem com a farinha.
    Junta-se : sumo laranjas,aguardente e ovos inteiros.
    Tudo bem amassado,vai levedar + ou – 2 horas,em ambiente quente e escuro.

    Estende-se e fazem-se 2 ou 3 cortes.
    Fritar.

    Experimenta com mel ! 😉

    Beijo
    José

  6. Nota : levedar envolto em cobertor leve !
    Fundamental !

  7. A idéia é deliciosa 😉 e claro que confiamos absolutamente!
    Uma das melhores coisas de que me lembro da minha infância é ter tido muito espaço para brincar despreocupadamente (sem carros, nem multidões, nem possíveis psicopatas…): na rua arborizada em frente de casa, no enorme recreio da escola, na praia, no campo…

  8. Acho que as desculpas serão aceites 🙂

    Sonia
    Taras e Manias

  9. Participarei com imenso prazer. Então vamos lá.

    Lembro-me que estava em sala de aula, tinha uns seis ou sete anos. Primeiro ano. E de repente escureceu. Ouvimos um forte trovão e todos gritaram. Eu não. A professora entrou em pânico. Era uma tempestade. Os ventos fortes agitavam as árvores no jardim ao lado da sala de aula. A professora reuniu todos numa espécie de abraço e foram para outra sala, juntar-se as outras crianças. Eu me desgarrei e corri para o pátio. Vi as nuvens negras cobrirem a escola. Parecia que a noite tinha chegado mais cedo. Estava tão satisfeita com aquela visão que não ouvia gritarem o meu nome para sair de lá. Estavam tão assustados e eu, encantadas. Era minha primeira tempestade. Não me lembro de ter visto outra. De repente, aconteceu o clarão. A paisagem ficou esbranquiçada. Cessou o vento, os trovões e os relâmpagos. Foi uma espécie de pausa que durou alguns segundos e, então um forte trovão varreu toda a cidade fazendo tudo estremecer e começou a chover. Eu abri os braços, fechei os olhos e senti aquelas gotas enormes caindo em minha pele. Mas alguém me agarrou e me levou para um lugar seguro. Fiquei emburrada. Cruzei os braços e bufei feito um boi bravo. Me chamaram de maluca e outras coisas mais. Nunca entendi porque as pessoas sentem medo das tempestades. As crianças tapavam os ouvidos. Os adultos rezavam e eu sorria, ainda hoje faço isso…

    bacio

    • Que história!
      Até me arrepiei…
      Gosto de ver os relâmpagos, mas ao longe. Acho que sou um bocadinho como os meninos que tapavam os ouvidos, confesso.
      Obrigada pela partilha 🙂

  10. Adoro esse espirito ALDEIA.
    Meu Avó é de uma Aldeia e tem lá casa… muitas vezes na infancia e adolescencia lá passei fins-de-semana, incrivel, adoro

    Sónia
    Taras e Manias

  11. Pingback: Receber |

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