“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).

Veggielicious

8 comentários

Durante alguns anos não comi carne.

Por motivos nobres, outros circunstanciais, outros resultantes do hábito.

Depois, quando estava grávida de 7 meses, fui confrontada, num almoço de convívio, depois de horas de trabalho, com leitão e batatas fritas.

Comi.

Eu sei, não podia ser pior: leitão… um mamífero bebé que eu aboli da minha ementa há anos.

Em minha defesa:

tinha muita fome, daquelas fomes que só se sentem numa gravidez de 7 meses, quando até a perna da mesa parece apetitosa!

A partir daí, deixei de recusar carne, embora (quase) não a cozinhe nem a compre.

Agora, aos poucos, a aversão está a regressar.

Volto a alguns clássicos.

Legumes salteados com arroz integral de coentros

Arroz integral com legumes salteados

Arroz integral:

Cozinho como o arroz normal: apenas conto com mais 30 minutos de confecção e uma medida extra de água.

Legumes salteados:

Como o nome indica, são cogumelos, alho francês, courgette (e o que houver no frigorífico) salteados com alho, azeite, louro, pimenta e noz-moscada.

Às vezes, acrescento seitan e creme de arroz ou soja.

Para quem não resiste a carne, pode sempre saltear umas tirinhas de bacon; já foi sugerido cá em casa, mas sempre negado…

 

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Autor: Frasco de Memórias

https://frascodememorias.wordpress.com

8 thoughts on “Veggielicious

  1. Que aspecto delicioso 🙂
    Nunca cheguei a abolir totalmente a carne, tento e passo dias sem a comer e vou privilegiando as brancas às vermelhas assim como o peixe. Não é fácil fazer uma alimentação equilibrada sem ela o que resultou no meu caso em fadiga e falta de energia.
    Recentemente experimentei o arroz integral e não resultou muito bem. Depois de mais de 45 minutos ao lume continuava com a casca rija, que no meu caso não me desagradou mas não ganhou fãs cá em casa 😉
    Procurei na internet e encontrei a indicação que deve ser demolhado para facilitar a digestão e a cozedura. Costumas fazer isso?

    • Olá Ana:

      O arroz integral também não é dos visitantes mais apreciados cá em casa: é suportado de tempos a tempos…
      Não costumo demolhá-lo, mas de facto facilita.
      Como eu planifico pouco (devia, devia…), geralmente não o tenho demolhado quando me lembro de fazê-lo: opto por coloca-lo a cozer em primeiro lugar, antes de arranjar o resto da refeição. Pensando bem, pode chegar a cozer 1 hora.
      Bem cozido, consegue enganar os mais incautos (que só o acham estranho!).
      Beijinho!

      Ana

      • Estamos no mesmo clube quanto ao planeamento…devia, devia…mas 😉
        Da próxima vez que fizer vou experimentar porque gostei muito do sabor, por isso tenho de encontrar uma forma de evangelizar a malta 😉
        Obrigado pelas dicas! Beijinhos

  2. Olá Ana,
    Em pleno alentejo ?
    Que desperdício! 🙂
    Comecei logo a pensar numas costoletas de borrego , porco preto ,etc
    Que fome !!!!
    Aceito / respeito , mas acho que morria !
    Beijo,
    José

  3. Para que vejas ao que chego 😉
    É uma opção difícil no Alentejo, é verdade…
    Boa semana!
    Beijinho!!

  4. Também estou como a Ana. Não aboli a carne, mas como mais vegetais , agora. E os cogumelos salteados são uma delícia.
    Este prato está apetitoso.
    Boa semana.
    Um beijinho,
    Mia

  5. Tem tão bom aspecto, Ana! Já te pedia um pratinho para o meu almoço! 😉 (e dizes tu que não sabes cozinhar, tss, tss). Beijinho

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