“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).

Humanos

4 comentários

Cito de memória um testemunho de um militar do filme Human:

“A partir do momento em que cruzámos o olhar, deixei de vê-lo como inimigo, vi medo e vi um ser humano… e eu ia matar um ser humano. Foi transformador. ”

São tantos os depoimentos!

Intensos, generosos, perturbadores (e perturbados), lúcidos e muito humanos!

Somos nós: o melhor e o pior de nós.

A nossa essência cheia de poesia, amor, beleza mas também raiva, violência e ódio.

O que é que faz de nós Humanos?

human-poster

Será que tentamos todos os dias ser a nossa melhor versão?

Será que andamos a honrar a capacidade excepcional que nos foi dada, a Razão?

São muitos depoimentos que nos falam de Amor, da condição da Mullher, de Pobreza, de Família, de Identidade e Verdade, de Ódio e Violência.

Olhos nos olhos.

Primeira parte;

Segunda parte;

Terceira parte.

Falta-me ver o volume 3: hoje será o dia!

 

“I am one man among seven billion others. For the past 40 years, I have been photographing our planet and its human diversity, and I have the feeling that humanity is not making any progress. We can’t always manage to live together.
Why is that?
I didn’t look for an answer in statistics or analysis, but in man himself.”

Yann Arthus-Bertrand

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Autor: Frasco de Memórias

https://frascodememorias.wordpress.com

4 thoughts on “Humanos

  1. Muito obrigada pela partilha! Sei que vai dar num qualquer canal de televisão mas não fui capaz de fixar qual. Vou começar a ver amanhã.

  2. Parei ali na primeira pergunta… há pouco, fazia feira no bairro quando ouvi uma mãe gritar com sua filha. Estava a usá-la para conseguir algumas moedas e ao se aproximar de mim para solicitar a esmola, ralhou de maneira abrupta com a menina, que lhe pedia um pastel.
    Um senhor ao meu lado, conduziu a menina até a uma barraca e lhe pagou um pastel que a mãe, arredia, fez ir ao chão com um tapa. Todos nós respiramos fundo, naquela contagem até dez. Não era necessária aquela brutalidade.
    Ela disse do alto de sua sabedoria-humana ‘ela não pode ter tudo que quer’. Pois é, não pode. Mas está em idade escolar e não frequenta escola. Não sabe escrever o próprio nome, nem mesmo conhece o alfabeto. É arrastada pela mãe pelas ruas para compadecer os adultos. A mãe confessou depois da revolta que ganha pouco mais de oitenta reais/dia. E que outros dois meninos.
    E eu fiquei a me perguntar: será que nos limitamos a isso?

    bacio

    • É a pergunta que fica a girar na cabeça, Lunna!
      Quantas histórias dessas acontecem diariamente!?
      A miséria (material e espiritual) deixa-nos um sabor a impotência que desalenta. Às vezes perco a fé em nós, humanos!

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