“Le souvenir est le parfum de l´âme” – (George Sand).


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Pendurar

pendurar coco lapine

Tenho o sonho de tirar tudo dos armários e espalhar pelas paredes!

Tudo é exagero, mas como sou acumulativa e desmemoriada, preciso de ter o que existe à vista.

De outra forma, corro o risco de não usar e (bem pior!) de comprar uma segunda via, completamente esquecida de que já tenho uma primeira guardada em casa, no fundo da gaveta.

pendurar na cozinha

Não auguro nada de bom, com o passar dos anos.

pendurar roupa no quarto

Já ando a tratar do problema e a inspirar-me nestas imagens.

Prateleiras de cozinha

cozinha Johanna

Coco Lapine

Johanna Bradford


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Grande

Ir além

A minha filha está grande!

Ainda tem, por vezes, olhos de bebé… ou serão os meus olhos?

Ir além 2

– Cada vez mais bonita!

– Como a Branca de Neve! – diz ela.

– Sim, por dentro e por fora!

Acabaram as birras: uma fase terrível e difícil do nosso Amor.

E começou uma etapa em que o meu coração se ilumina ao ouvi-la usar palavras nunca pronunciadas:

“começo a recuperar memórias”

“obviamente”

“excepto…”

É… talvez o bebé dependente esteja a desaparecer, mas ando encantada com a “pessoa” que está a nascer!

Apesar dos desafios continuarem!

 

 

 


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L´Amour

– França está diferente! Militares por todo o lado, coletes à prova de bala, metralhadoras, helicópteros do exército, tensão e medo nas pessoas que deixavam a porta de casa aberta…

– Este é um Mundo diferente! – respondeu-me.

É impossível não sentir angústia, dor, horror e impotência.

Talvez só mesmo o Amor e a Arte nos aliviem por momentos.

O concerto da Cyrille Aimée e dos seus músicos (de múltiplas nacionalidades) recordou-me o melhor de França: pai francês e mãe dominicana, com influência da cultura cigana desde a infância.

Um concerto com a “cantora brilhante” que arrebatou a Beatriz.

E que, por momentos, nos fez reencontrar a nossa França.

Hotel França 2016

Hotel Ana 2016

Queria muito esta última versão para os nossos filhos!

Marciac 2016

Mas a frase “Este é um Mundo diferente” não me sai da cabeça…

 

 

 

 

 

 

 


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Não vigiada

v.h.m. disse, numa entrevista, que ser feliz é viver como somos e apaziguarmo-nos com isso.

Parece tão óbvio, não é?

Mas raramente o fazemos, pelo menos em plenitude; é mais fácil ficar na superfície.

Praia não vigiada

Talvez seja necessário procurar constantemente esta bifurcação na Vida e questionarmo-nos, antes de tomarmos a decisão.

Ouvir o nosso íntimo e vencer o medo, as conveniências, as expectativas que nos amarram e seguir.

Seguir para a zona não vigiada… ou ficar, em consciência, na zona de banhos.

 

Boa sorte!

 


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Setembro

O Agosto passou e cumpriu as promessas!

Desliguei!

Sem notícias tristes do mundo, só com as malas de viagem, o coração cheio, música, verde, sol e mar é impossível não ser feliz.

Passei por aqui, de vez em quando e nunca abri o computador.

Como a Internet me desconcentra!

 

Andei 1 mês em viagem (nem tanto geográfica!) – talvez tenha feito escala em Estremoz durante 3 dias…

A nossa roupa ainda cheira a outra paragens!

Bilbao

S. Jean pied port

E foi mesmo retemperador passar 31 dias colada à minha grande companheira de viagens!

xadrez marciac kids

Assim mesmo non-stop!

Mãe e filha

Todas matchi-matchi!

Com tempo para apanhar flores pelos caminhos.

fada das flores dos caminhos

Com tempo para dar 100 mergulhos!

mar

Até ao pôr-do-sol!

praia cabo mondego

Com tempo para repor os abraços que os meses de trabalho nos roubaram.

beijinhos de mar 2016

E agora quem é que quer voltar à rotina?

 

 

 


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A terceira rã

Este blog fez 3 anos em Agosto.

Cresceu…

Testemunhou dias de muito sol mas também alguns de nuvens.

Questiono-me, muitas vezes, em relação ao futuro do blog.

O meu tempo disponível é tão escasso!

 

Uns dias mais, outros menos, ainda faz sentido;

quando deixar de fazer, despedir-nos-emos e ficará aqui partilhada uma parte de mim.

Para já continua a ser terapêutico procurar e registar o lado mais brilhante da vida.

Há 3 anos escrevia para a minha Mãe e para a minha prima do coração.

Agora tudo mudou, e há dias em que até é assustador: a partir dos 300 leitores deixei de contar – imagino-os generosos, positivos e sensíveis.

É para vocês que escrevo!

Embora, no silêncio da noite, continue a escrever para a minha Mãe, para a minha prima do coração e para mim; para não esquecer; num tempo em que o que não se escreve, esquece.

Obrigada por estarem aí!

Todos os anos, nesta altura, há um bichinho que cruza o meu caminho: não sei bem o que quererá dizer, mas assumo-o como um bom sinal.

– Mãe, a Avó tem uma rã de estimação! Vem ver!

– ??!!

rã 2016

É mesmo verdade, a minha Mãe tem uma rã de estimação!

Como se pode ver, acusa o bom trato e tem uma piscina no mais bonito quintal que eu conheço!

Há rãs com sorte!